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Programo o player pra tocar em repetição infinita. Uma overdose de tristeza, de breguice e de conforto. Só pra comemorar os ingressos pro show do Morrissey.

I am the son / and the heir

Não deu pra resistir ao herói mais anti-herói entre os rock stars. Do jeito que só ele pode ser: carente, vegetariano e celibatário, ficando calvo e barrigudo. Praticamente um macunaíma indie.  (indie, e não índio, veja bem…)

Que continua cantando ao meu ouvido, sem vergonha da auto piedade – Close your eyes and think of someone you physically admire / and let me kiss you

Pensar que eu já ensinei essas letras pra um garoto, no colegial:
If there’s something you’d like to try/Ask me I won’t say no, how could I? 

(e funcionou!)
Good times for a change.
Please please please/ Let me let me let me/Let me get what I want this time

E quantas vezes não fui pra pista com aquela esperança vagabunda… There’s a club, if you’d like to go/ You could meet somebody who really loves you 

(e quebrei a cara)
So you go, and you stand on your own
And you leave on your own
And you go home, and you cry
And you want to die

(ou quis quebrar a cara do dj)
Burn down the disco
Hang the blessed d.j.
Because the music that they constantly play
It says nothing to me about my life

Mas sempre volto me sentindo menos sozinha, quando toca Smiths. Mais ridícula, talvez, mas menos sozinha.
And so I drank one
It became four

Obrigada, Moz.

Morrissey1

Por favor assista até os 2:25 (isto é redenção!):

Ou assista uma a uma clicando aqui.

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